Fisioterapia preventiva: sucesso desde o século II

  • 27 de Fevereiro de 2018

Você sabia que menos da metade dos brasileiros faz algum tipo de atividade física? Pois é, uns alegam falta de tempo, outros dizem que é caro… Existem também os corajosos em dizer que não praticam por não gostar. Todos nós já ouvimos a célebre frase de Juvenal: “Mente sã em um corpo são.” Por mais que tenha sido escrita no século II, continua dizendo a verdade e, pelas estatísticas, é pouco levada em consideração.

Você já percebeu que quando o teu corpo não está legal fica mais difícil se concentrar? Isso acontece graças à frase do Juvenal, que seguramente não conhecia os efeitos dos hormônios, mas já havia relacionado o corpo à mente. Se você é do tipo que se matricula na academia ou em alguma atividade física todos os anos e nunca dá continuidade, já deve ter experimentado o bem-estar que sentimos após essas atividades. É claro que nem tudo é um mar de rosas, mas a boa notícia é que os possíveis problemas oriundos de uma atividade física podem ser contornados com um bom acompanhamento.

 

Se você acompanha o nosso blog, deve se lembrar do Evandro, um ultramaratonista que sentia muitas dores decorrentes de um mau preparo físico:

“Decidi fazer um trabalho preventivo. Procurei o Santiago, meu fisioterapeuta, que resolveu não só as dores que eu sentia, como também me ensinou a estar preparado e evitá-las.” Evandro reconhece os benefícios da atenção contínua ao corpo, admitindo um pequeno período de desleixo:

“Com as festas de final de ano e adaptação, acabei deixando o tratamento e já sofri as consequências. Comecei a sentir dores e acabei tendo uma pequena lesão. O que preciso com urgência é voltar a fazer o trabalho preventivo e não abandonar mais. Por causa do não preparo, não sei se conseguirei fazer a minha prova – no dia 03 de março – dando cem por cento.”

E a negligência no tratamento preventivo é confirmada pelo fisioterapeuta Santiago Munhos:

“As pessoas precisam entender a natureza contínua de qualquer tratamento, em especial quem pratica atividades com maior possibilidade de lesão. Interrupções não podem estar nos planos.”

Agora, Evandro se prepara suas provas de maio, julho, agosto e novembro. Com o acompanhamento preventivo está seguro do bom trabalho que fará.

 

Outro caso interessante é o da Alice, que teve um problema na coluna e, só então, procurou ajuda do fisioterapeuta. Conta que, a princípio, o melhor benefício da fisioterapia foi o desaparecimento das dores. “Eu nem precisei tomar remédio para dor, depois da fisioterapia.” Além do alívio que sentiu, Alice foi orientada sobre alguns exercícios e cuidados que deveria tomar na prática de musculação e jiu-jitsu, suas atividades recorrentes. “Passou exercícios de fortalecimento tanto para os meus hobbies quanto na minha profissão.” Alice é dentista, uma das profissões campeãs em dor nas costas. “Eu nunca mais senti nada, nem treinando e nem trabalhando.”

 

Você viu dois casos de sucesso com pessoas que praticam atividades, descobriram alguma limitação e foram buscar a solução. O melhor tratamento para qualquer problema, físico ou não, é a prevenção. Se você acha que não pode praticar algum tipo de atividade que gostaria, marque agora mesmo uma avaliação com um fisioterapeuta clicando AQUI. É rápido, prático e indolor.

 

Dan de Araújo é escritor, professor de idiomas e biólogo. O conteúdo apresentado no texto é fruto de pesquisa, devidamente validada pelo fisioterapeuta Santiago  Munhos (CREFITO 3-81224-F). Em caso de dúvidas, contate-o!